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terça-feira, 24 de agosto de 2010

O último ato infame

"Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água (João 19:34)."

Após quebrarem as pernas dos ladrões crucificados ao lado de Jesus, um dos soldados Lhe furou o lado. Esse foi o último ato infame permitido à humanidade fazer com o corpo santo que Deus havia preparado para o Senhor Jesus. João viu isso com os próprios olhos. “E aquele que o viu testificou, e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que é verdade o que diz, para que também vós o creiais” (v. 35). Ele relatou esse fato porque isso afetou o seu coração e o de Maria. O que será que as pessoas que observaram o terrível espetáculo da crucifica­ção devem ter sentido ao ver o corpo do Senhor tão desfigurado?

Deus, contudo, respondeu com água e sangue. Isso testifica sua assombrosa graça. No Evangelho de João, as palavras do centurião romano foram omitidas: aqui temos o próprio testemunho de Deus acerca da morte de Seu amado Filho e do poder da obra que Ele realizou.

Os soldados expressaram a profunda hostilidade do homem para com Deus, mas o sangue e a água falam sobre o preço de redenção e a Palavra de Deus necessária para a purificação do pecador. Ambos são um poderoso testemunho de que o pecador somente pode receber vida pela morte de Cristo.

Em sua primeira epístola, João escreve: “E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num” (5:8). Junto com o Espírito Santo, o sangue e a água testificam o amor de Deus e da obra de expiação de Cristo. “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1 João 1:7).

(Extraído).

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Não subestime a Palavra de Deus

"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração (Hebreus 4:12)."

– O que o Novo Testamento está fazendo aqui na sala de aula? A professora percebeu aquele “objeto indesejado” sobre uma carteira e imediatamente o confiscou.

Ela abriu o livro ao acaso e seus olhos recaíram sobre a passagem do Evangelho de Mateus (11:25), a qual leu com ironia: “Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos”. Com o olhar fixo, a professora fechou o exemplar, colocando-o de volta.

Anne, uma estudante que era cristã verdadeira e que assistia à cena, ficou maravilhada pela maneira como Deus fez silenciar aquela zombaria.

Sim, Deus lê o que está escrito no coração humano; Ele conhece todos os nossos pensamentos, até mesmo os mais secretos. Portanto é capaz de falar, por meio de Sua Palavra, o que melhor se encaixa com a condição e as circunstâncias que estamos vivendo. A uns Ele mostra o caminho da salvação; a outros, que já crêem em Cristo, os ensinamentos para a vida diária.

Deus fala conosco, não importa quem sejamos. Toda vez que lemos a Bíblia temos de nos conscientizar que Ele está falando ex­pressamente com cada um de nós. Temos de prestar atenção à Sua Palavra e não subestimar o poder que ela tem de estremecer nossa consciência.

“Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei” (Isaías 55:11).

(Extraído).

domingo, 22 de agosto de 2010

A ceia da lembrança

"O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. (1 Coríntios 11:23-24)."

Na noite anterior à crucificação, o Senhor Jesus comparti­lhou da ceia com Seus discípulos e expressou Seu desejo de que eles recordassem sempre daquele momento. Os primeiros cristãos costumavam comemorar a Ceia do Senhor todo primeiro dia da semana, ou seja, no domingo. Em Atos 20:7 está escrito: “E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão…”

Hoje em dia, por que tantos crentes somente celebram a memória do Salvador e Senhor algumas vezes por ano? Não conheço as razões disso, mas tal fato me faz lembrar da passagem de Eclesiastes que fala sobre um homem pobre que por sua sabedoria salvou uma cidade sitiada. No final do relato, Salomão diz: “E ninguém se lembrava daquele pobre homem” (9:14-15).

O Senhor Jesus realizou uma salvação sem precedentes mediante Sua morte na cruz. Ele nos livrou do poder do pecado, da morte e da escravidão de Satanás. Portanto, é digno de que nos lembremos dEle com gratidão e que a cada domingo cumpramos Seu desejo participando da Ceia do Senhor.

Ele sabia como somos esquecidos. Por isso nos deixou dois símbolos visíveis: o pão e o cálice. Como é triste esquecermos de tão alto preço pago por nossa salvação! O preço foi a vida do Filho de Deus. “Fazei isto em memória de mim” (Lucas 22:19).

(Extraído).

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O Sentido da Vida...

...sempre preocupou a humanidade. "Por que vivo?", "Qual a razão da vida?", "Qual o objetivo de viver?"

Mary Roberts Rinehart disse sobre o sentido da vida: "Um pouco de trabalho, um pouco de sono, um pouco de amor, e tudo acabou." • Edmund Cooke afirmou: "Nunca vivemos, mas sempre temos a expectativa da vida." • Colton: "A alma vive aqui como numa prisão e é liberta apenas pela morte." • Shakespeare: "Viver é uma sombra ambulante." • R. Campbell: "Viver é um corredor empoeirado, fechado de ambos os lados." • Rivarol: "Viver significa pensar sobre o passado, lamentar sobre o presente e tremer diante do futuro."

Será que todas essas não são afirmações bastante amargas e desanimadoras sobre o sentido da vida? Parece que todos falam apenas de existir e não de viver verdadeiramente.

Jesus tocou no âmago da questão ao dizer: "Eu sou... a vida" (João 14.6). Por isso o apóstolo Paulo escreveu sobre o sentido da sua vida: "Porquanto, para mim o viver é Cristo" (Filipenses 1.21). Por isso, também o apóstolo João começou sua primeira epístola com as palavras: "O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada)" (1 João 1.1-2).
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Uma revista esportiva resumiu da seguinte forma a vida de um famoso ex-treinador e comentarista esportivo:
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Eu acreditava que 20 anos de fama bastariam... talvez ganhar três campeonatos e então, no auge, com 53/54 anos, parar... Depois eu pretendia recuperar tudo o que tinha perdido, por causa do muito tempo que estive viajando... Agora tudo parece tão sem sentido... Mas aquela ânsia incontrolável de conquistar o mundo não podia ser freada... Ao se ficar doente, chega-se à conclusão: "o esporte não significa mais nada" – esse pensamento é simplesmente terrível.
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Alguém disse certa vez: "Qual o significado da vida, quando ela se torna ‘antigamente’?" Sem Jesus, que é a vida em todo o seu significado presente e eterno, a vida na terra oferece no máximo "sucesso vazio", e mesmo esse se esvai no final como areia entre os dedos. Por isso, dê ouvidos à voz de Jesus, que resume o sentido da vida numa única frase: "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17.3). (Norbert Lieth - http://www.apaz.com.br/)
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(Extraído).

Ímpios e justos

"Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos) (Efésios 2:4-5)."

Um grupo de turistas que visitava uma galeria de artes parou diante da famosa pintura do Juízo Final. Um dos guias da galeria explicava os detalhes: “Os ímpios do lado esquerdo do quadro são lançados no inferno… enquanto os justos entram no paraíso…”

“Os justos?! Então não existe esperança para mim”, exclamou um dos turistas, perguntando ao que estava ao lado: “E para você?”

“Eu? Não sou um dos ímpios.”

“Então você é justo?”

“Bem, não exatamente. Quem pode dizer que é cem por cento justo?”

“É, você está certo, pois Deus diz na Bíblia que “não há um justo, nem um sequer” (Romanos 3:10). Existem apenas duas classes de gente, como se pode ver na pintura. Você não pode se beneficiar da obra de Cristo na cruz e se tornar justo diante de Deus a menos que admita que é ímpio. Jesus Cristo morreu pelos ímpios (Romanos 5:6).

A conversa continuou durante todo o passeio na galeria. Depois, os dois turistas trocaram os endereços. Deus usou tal conversa para despertar a consciência do homem que não se considerava um ímpio, o qual, após um tempo, telefonou ansioso para o outro: “O que tenho de fazer para ser salvo?” A resposta foi: “Creia no Filho de Deus, que morreu pelos ímpios, ou seja, por todos nós. Ele tomou sobre Si o castigo que nós merecíamos”.
(Extraído).

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A corda que não arrebenta

"O cordão de três dobras não se quebra tão depressa (Eclesiastes 4:12)."

Há alguns anos, foi publicado um livro em inglês que contava a história do primeiro grupo de alpinistas que conseguiu escalar o monte Matterhorn, na Suíça.

Sete alpinistas alcançaram o topo. Podemos imaginar o que sentiram quando chegaram ao cume coberto de neve onde jamais ninguém havia pisado. Mas então veio a perigosa descida e com ela a tragédia.

Um alpinista escorregou e levou outro que estava atado à mesma corda. O solavanco puxou um terceiro e o quarto caiu de joelhos. O que o quinto membro da equipe poderia fazer nessa situação? Ele era o guia, e foi bem sucedido ao prender a corda numa fenda da rocha e pressionar o pé contra ela. A corda esticou e os alpinistas ficaram pendurados. Por causa do peso, a corda se partiu e os quatro homens despencaram para a morte.

É o destino de todos despencarem para a morte, isto é, morrerem. Tudo o que nos mantém atados a esta vida se partirá: os laços de relacionamento, os laços de amor, os laços familiares.

Mas existe uma corda que jamais se quebra! A corda da fé que nos prende a Jesus Cristo. Quem desfruta desse relacionamento com Ele pode andar confiantemente até mesmo na beira dos terríveis precipícios nos quais a vida nos coloca.

Essa corda divina nos preserva nesta vida e é tão forte que nem a morte pode rompê-la.
(Extraído).

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Preste atenção aos avisos

"Com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa (Atos 2:40)."

Quando o sistema de alto-falantes da estação de trem avisa aos passageiros que se afastem da beirada da plataforma por causa da aproximação do trem, as pessoas obedecem, preservando sua segurança. No entanto, é lamentável observar que quando Deus adverte Suas criaturas a “fugir da ira futura” (Mateus 3:7), quase ninguém presta atenção.

Quando as autoridades da área de Saúde descobrem que determinada fonte de água está poluída, ninguém a bebe. No entanto, quando o Deus de amor nos diz que “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23), as pessoas ainda continuam no pecado.

Por que tal comportamento? A única resposta plausível é: elas realmente não acreditam no que Deus diz.

Quando existe uma placa de “Tinta fresca” em alguma coisa, sempre há alguém que toca a superfície recém-pintada para se certificar da verdade; afinal de contas, uma manchinha na ponta do dedo não faz mal nenhum.

Uma segunda coisa impede as pessoas de seguirem a chamada divina: o pensamento de que o pecado de fato não pode ser tão mau quanto parece.

Por fim, quando amostras grátis de novos produtos são oferecidas ao público, é normal a agitação dos consumidores para conseguirem algo sem pagar; são poucos os que não se interessam pela oferta.

Isso deveria nos motivar a fazermos uma auto-análise: “O que tem me impedido de ter um relacionamento real com Deus?” O perdão e a vida eterna ainda estão disponíveis. Por que não aproveitá-los?
(Extraído).