Encontre sua Dose!

domingo, 21 de novembro de 2010

Adoradores

Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem (João 4:23).

Essa é a mais alta função que os salvos em Cristo podem desempenhar na terra e a única que continuará no céu.

Adorar “em espírito”, servir a Deus “em espírito” (Filipenses 3:3), já não é um culto material com cerimônias, sacrifícios, ritos e músicas, como era no Antigo Testamento. Agora se expressa com cânticos espirituais, com orações de adoração, ou seja, o fruto de lábios que confessam o nome de Jesus (Hebreus 13:15). É uma adoração que nasce no coração e que se traduz em palavras. Não consiste na repetição das mesmas frases, das mesmas orações, dos mesmos cânticos, enfim, rituais que se fazem maquinalmente sem se pensar no significado das palavras e nAquele a quem são dirigidas. Adorar o Pai “em verdade” é fazer isso segundo a revelação que Ele tem dado acerca de Si mesmo na Bíblia.

O verdadeiro culto é coletivo: “Como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (1 Pedro 2:5).
(Extraído).

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Fidelidade a Deus e ao rei

E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará (Daniel 6:16).

No terceiro ano do reinado de Jeoiaquim, rei de Judá, Daniel foi transportado para a Babilônia. Ele era ainda bem jovem, e por toda a vida serviu a vários reis, inclusive a Ciro, o persa. Durante todo esse tempo, ele se distinguiu por sua fidelidade a Deus, e também pela diligência com que cumpria suas tarefas. Por essa razão, Daniel sempre ocupou uma posição de confiança na corte dos reis a quem serviu.

Como Daniel era capaz de unir essas duas características? Será que nunca houve um conflito de interesses? Sem dúvida, houve um momento em que teve de escolher entre ser fiel a Deus ou ser fiel ao rei. Mas para ele a obediência a Deus era primordial, e mesmo se sua própria vida estivesse em risco, Daniel jamais faria concessões. E a firmeza dele em relação a isso conquistava o respeito e a admiração das pessoas.

O exemplo dele encoraja os cristãos de hoje a demonstrar tal consistência e fidelidade na vida cotidiana enquanto servem ao Senhor Jesus Cristo.

Além disso, o testemunho impressionou o rei Dario. O trabalho de Daniel certamente consumia bem mais que oito horas diárias, e observando aquele judeu, Dario chegou a essa conclusão. Ele sabia que podia contar com Daniel, pois este era fiel para com seu Deus e também era fiel para com os que estavam acima e abaixo dele. É uma perfeita ilustração de Colossenses 3:23: “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens”.
(Extraído).

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Três Deuses?

Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo (1 Pedro 1:2).

A Bíblia nos revela Deus. Ela lança luz sobre quem Ele é, Sua perfeição, Sua singularidade em oposição à diversidade de deuses pagãos. “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Deu­teronômio 6:4, Marcos 12:29). Contudo, em Suas relações com a humanidade, Deus se fez conhecido em três diferentes Pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. As três Pessoas da Trindade aparecem juntas no batismo do Senhor Jesus (Mateus 3:13-17). O Filho, feito Homem, veio a João Batista no rio Jordão. Assim que saiu da água, os céus foram abertos e o Espírito de Deus desceu sobre Ele em forma de pomba, e a voz do Pai foi ouvida: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”.

Pai, Filho e Espírito Santo – todos são Deus. Não existem três deuses separados – há um só Deus. Em Hebreus 10 vemos os três em ação: a vontade de Deus (v. 7), o Filho vindo para cumprir essa vontade (v. 9), e o testemunho do Espírito Santo (v. 15).

Antes de subir aos céus, o Senhor ressurreto ordenou aos Seus discípulos: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19). O desejo do apóstolo Paulo para os crentes de Corinto era: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós” (2 Coríntios 13:14).
(Extraído).

terça-feira, 9 de novembro de 2010

É possível crer descrendo?

Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida (João 5:24).
Será que um crente pode realmente afirmar: “Eu recebi o dom de Deus. Meus pecados estão perdoados, tenho a vida eterna, me tornei filho de Deus e tenho plena convicção de que estarei com Deus na glória”?

Muitos consideram superioridade, arrogância ou até ilusão declarar tal coisa. Porém, o que o Senhor Jesus disse? “Quem ouve a minha palavra, e crê… tem a vida eterna, e não entrará em condenação”. Então, de acordo com essa palavra, os que crêem podem de fato afirmar que possuem a vida eterna, mesmo na fragilidade de seu corpo natural, que irá perecer. Isso não é apenas um desejo, ou uma esperança; é realidade, pois é conseqüência da obra realizada pelo Senhor Jesus na cruz.

Os discípulos de Jesus não permitem que a opinião das outras pessoas destrua essa verdade divina dentro de seu coração. Não importa se os demais considerem isso conjectura ou engano. A segurança deles vem da fé que têm no nosso grande Deus que enviou Seu Filho, o Senhor Jesus, para ser o Salvador do mundo.

Crer em Deus é basicamente acreditar no que Jesus Cristo disse e obedecer a tais palavras. Como podemos dizer que cremos em Deus e duvidar das coisas que o Senhor falou? No entanto, é assim que a maioria vive: dizem que crêem, mas duvidam, ou seja, crêem descrendo.

Como somos gratos pelo fato do Senhor Jesus ter morrido pelos pecadores! A todos os que O recebem pela fé, Ele concede o Espírito Santo, que nos ensina e capacita a viver uma vida que agrada a Deus; vida essa com novos objetivos, novas motivações e profunda alegria jamais experimentada anteriormente.

(Extraído).

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Argumentando com Deus

Vinde então, e argüi-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã (Isaías 1:18).

Essa é uma oferta singular! Nosso grande Deus em toda a Sua majestade aceita debater conosco a questão de nossos pecados. Ele, Juiz sobre todos, com o direito de nos condenar sumariamen­te, permite que falemos. E o que podemos dizer? Apenas isso: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” Enquanto estivermos convictos de nossas “excelentes” qualidades – como o fariseu em Lucas 18:11-14 –, jamais poderemos ser justificados. “Se confes­sarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”, pois “o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1 João 1:9 e 7).

Há muitas pessoas que estão certas de que no dia do julgamento irão encontrar argumentos convincentes para persuadir Deus. Que tolos! Milhares de anos atrás, Jó, um homem temente a Deus, reconheceu: “Se quiser contender com ele, nem a uma de mil coisas lhe poderá responder” (Jó 9:3). Isso se mostrará verdadeiro no Dia do Juízo Final, onde todos os que não se reconciliaram com Deus comparecerão diante de Seu grande trono branco. Ninguém responderá nada, ninguém escapará, pois a terra e o céu “fugirão” da presença do Juiz (Apocalipse 20:11).

Hoje ainda existe a oportunidade para confessar os pecados diante de Deus. Você já fez isso? Se sim, Ele então já lhe concedeu o perdão e a paz; se não, resta “uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários” (Hebreus 10:27).

(Extraído).

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Do pó ao pó

Sai-lhe o espírito, volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos (Salmo 146:4).

Como a Bíblia é correta! Todos voltam ao pó da terra quando morrem. E o que acontece com os planos e intenções dos mortos? A Bíblia trata dessas questões. Quem é sensível não irá ignorar tais assuntos para sempre, pois Deus não deseja espalhar o desespero, mas quer que consideremos como a vida aqui nesta terra é passageira.

Ao sair para um passeio, pude observar dois jardins. O primeiro estava muito bem cuidado, repleto de flores e belas plantas. O dono havia se esforçado muito e parecia gostar do trabalho. Já o jardim vizinho estava desarrumado, descuidado, coberto por ervas daninhas. As árvores frutíferas necessitavam de poda. Talvez o dono estivesse morto, pensei. Ninguém mais cuidava das plantas dele, e tudo aquilo se tornara uma bagunça.

Vamos dar um passo além. Ainda sobre a questão do que é transitório, uma pergunta é inevitável: O que sobreviverá ao tempo? O salmista diz: “Bem-aventurado aquele… cuja esperança está posta no Senhor seu Deus” (v. 5). Isso significa reconhecer a existência de Deus e, após isso, desenvolver um relacionamento com Ele. Então descobri­remos o que o Pai tem a nos oferecer. Não precisaremos nos preocupar com o porvir: já teremos a segurança eterna. Há tesouros de valor que serão reunidos aqui para a eternidade, onde os redescobriremos.

Não se iluda: os seres humanos não foram criados somente para esta vida curta e passageira, mas para a eternidade, pois Deus, nosso Criador, é eterno. No entanto, podemos escolher onde viveremos para todo o sempre. Qual será a sua escolha?
(Extraído).

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O que é “estar reunido em seu nome”?

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles (Mateus 18:20).

O que a expressão “meu nome” realmente significa? Todos os nomes e títulos do Senhor Jesus Cristo indicam verdades relativas a Ele. Seu nome não apenas nos diz quem Ele é, mas também se refere ao que Ele fez e faz. Era plano de Deus que a Igreja fosse aqui neste mundo um testemunho para o Seu Nome.

Tal testemunho é responsabilidade de todos os crentes, tanto individual quanto coletivamente. Ainda que um salvo individual­mente sirva ao Senhor e honre Seu Nome, ele não está em posição de prestar um testemunho completo. Ele faz parte do Corpo de Cristo, cuja força vital vem do próprio Deus e um testemunho completo somente pode ser rendido pelo conjunto de todos os salvos. O poder do Espírito Santo age quando os Seus se reúnem a fim de que possam glorificar Seu Nome.

Estar reunido em Seu Nome significa mais que simplesmente estar junto como irmãos. É reconhecer Sua autoridade como Senhor em todas as coisas, quer na adoração ou na ministração. Tudo o que for feito tem como objetivo glorificá-Lo.

A Bíblia nos dá instruções acerca da adoração que Deus produz no coração dos Seus. Por intermédio da direção do Espírito Santo, os crentes são levados à verdadeira adoração ao Pai (João 4:22-24), e é isso que confere às reuniões dos filhos de Deus um caráter diferente de todas as demais. Mas quando o Senhor Jesus diz: “Aí estou eu no meio deles”, Ele não está Se referindo à presença do Espírito Santo. É a garantia de que Ele pessoalmente estará com os Seus para lhes dar Sua bênção.
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(Extraído).

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Com Cristo

Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus (Colossenses 3:1-3).
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Com Cristo, o cristão genuíno morreu para os rudimentos, ou princípios, do mundo (Colossenses 2:20) e foi ressuscitado com Ele. Deus nos vê totalmente separados de tudo o que nos mantinha sob o domínio do mundo, pois desde que nascemos de novo, estamos intimamente ligados com Cristo em uma nova vida. Essa vida também tem seus elementos fundamentais, chamados de “as coisas que são de cima”.

O que está em cima? O próprio Cristo, com o qual o Espírito de Deus deseja ocupar nossa mente: “Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar” (João 16:14). Isso significa tudo o que Deus nos concedeu em Cristo: nossas bênçãos estão nos lugares celestiais (Efésios 1:3).

No entanto, tais riquezas não são encontradas tão facilmente assim; nós não tropeçamos nelas. Temos de procurá-las com diligência, pois Cristo não está mais neste mundo. Ele está à direita de Deus. Da mesma maneira que um remédio só faz efeito quando é ingerido, as coisas celestiais só produzem mudanças em nós quando permitimos que elas ocupem nossos pensamentos. Isso irá aumentar nosso desejo por elas. Usando as palavras do versículo de hoje, devemos “pensar”, ou seja, colocar ativamente nosso pensamento nas coisas de cima. Seria estupidez tentar alimentar um cadáver, então, por que deveríamos alimentar nossa velha natureza uma vez que temos Cristo em glória?
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(Extraído).

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Evangelho em Corinto

Sempre dou graças ao meu Deus por vós pela graça de Deus que vos foi dada em Jesus Cristo (1 Coríntios 1:4).

Corinto era uma das mais importantes cidades do Império Romano. Mais de meio milhão de habitantes moravam nela. Situada na junção de movimentadas rotas de comércio da antigüidade, seu porto trouxe a essa metrópole muita prosperidade, mas também muita malignidade. Corinto era chamada de a “Sodoma” de sua época, também sinônimo de embriaguez e depravação moral. Para ser mais claro, ela se parecia com muitas cidades que existem hoje, espumando o mal e as sujeiras da humanidade.

Mas as boas notícias de que Deus estava disposto a conceder graça e salvação até ao maior dos pecadores alcançou a cidade. Muitos levaram a sério a mensagem. Ninguém precisava dizer o quanto eles eram terríveis: isso todos já sabiam! Também já tinham consciência que o seu estilo de vida não os havia trazido satisfação duradoura. Então receberam Jesus Cristo como Salvador pessoal. O chamado ressoara alto para alguns daquele povo, os quais responderam positivamente.

A conversão dos coríntios impressionou tanto o apóstolo Paulo que este sempre agradecia a Deus por ela, bem como pela graça que o Senhor demonstrara ao enriquecê-los das mais variadas maneiras. O sacrifício de Jesus Cristo na cruz tornara tudo possível, e tal fato era uma verdade bem estabelecida para os coríntios. E não é diferente na atualidade. O chamado de Deus ainda está sendo proclamado, ainda existem pessoas dispostas a responder à voz divina, Deus ainda derrama Sua graça sobre lugares tenebrosos e indivíduos ímpios, ainda há salvação para os que a desejam.
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(Extraído).

sábado, 23 de outubro de 2010

Você é Uma Raridade

Temos a tendência de ser ingratos. Ficamos chateados com minúcias. Se as coisas não acontecem conforme planejamos, ficamos aborrecidos, reagimos com exagerada sensibilidade, resmungamos, reclamamos, ficamos melindrados e insatisfeitos. Mas nem nos damos conta como nossa vida é boa. Espero que as comparações que li recentemente em uma revista abram nossos olhos para a realidade:

A Bíblia nos exorta: "Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" (1 Ts 5.18). Veja a seguir alguns dos motivos para dar graças a Deus.

Se, para efeito de comparação, reduzirmos a 100 pessoas a população mundial de mais de seis bilhões, aplicando os mesmos critérios de proporcionalidade hoje vigentes no mundo, chegaremos aos seguintes dados: Nesse grupo de 100 pessoas teríamos 57 asiáticos, 21 europeus, 14 americanos e 8 africanos. Entre as 100, 52 seriam mulheres e 48 homens, 30 brancas e 70 de cor, 30 cristãs e 70 não-cristãs. Seis pessoas deteriam 59% do capital mundial, e estas seriam de origem européia. Oitenta pessoas viveriam em situações quase insuportáveis. Setenta seriam analfabetas e 50 não teriam roupas para se vestir adequadamente. Uma pessoa estaria morrendo e outra nascendo. Apenas uma teria computador e outra teria diploma universitário.

Pense no fato de que você – muito provavelmente – faz parte dos poucos privilegiados que vivem nesta terra e alegre-se por ser uma raridade. Pois, caso tenha acordado com saúde hoje pela manhã, você estará em melhor situação que milhões de pessoas que não sobreviverão à próxima semana. Se nunca esteve exposto ao perigo de uma guerra, à solidão de uma prisão, ao tormento da tortura ou à fome insuportável, então você vive muito melhor do que 500 milhões de outras pessoas. Se você pode ir à sua igreja sem ter medo de ser molestado, preso ou perseguido, ou até de ser morto por sua fé, estará vivendo melhor que três bilhões de pessoas. Se tem comida na geladeira, roupas em seu guarda-roupas, um teto sobre a cabeça e um lugar para dormir, então você é mais rico que 75% dos habitantes da terra. Se tem dinheiro no banco, na poupança ou em sua carteira, então você faz parte dos 8% de abastados deste planeta. Caso seus pais ainda sejam vivos e ainda estejam casados um com o outro, então, realisticamente, você faz parte de uma rara minoria. Se consegue entender estas linhas, você é um abençoado que sabe ler, entre bilhões de pessoas analfabetas.

Com certeza temos todas as razões do mundo para praticarmos aquilo que lemos em Efésios 5.20: "dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo". Ao mesmo tempo, devemos dedicar-nos inteiramente à tarefa de levar a mensagem da salvação, libertação e vida plena em Jesus a tantas pessoas que ainda não têm acesso a ela.

(Extraído - Por Norbert Lieth)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O interesse do Senhor Jesus no indivíduo

E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas (Atos 10:34).

A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim (Gálatas 2:20).

O Evangelho de João apresenta Jesus Cristo em Seu caráter de Filho de Deus. Quem o lê fica surpreso com a quantidade de vezes que Ele fala com pessoas individualmente e demonstra particular interesse por elas.

No capítulo 3, temos o encontro com Nicodemos; no capítulo 4 com a mulher samaritana; no capítulo 5 com o paralítico em Betesda; no capítulo 8 com uma adúltera e no 9 com um cego.

João relatou essas ocorrências com o intuito de enfatizar o interesse e a simpatia que o Senhor, mesmo sendo o Todo-podero­so, sente por mim e por você.

O Senhor Jesus não considera nenhuma distinção social, na­cionalidade ou raça – padrões tão importantes para nós. Ele sabe o quanto cada uma de Suas criaturas precisa dEle. E mesmo hoje, o Senhor ainda apela a todos que aceitem Sua ajuda, pois tem as respostas para os nossos problemas. Nicodemos foi um destes; ele procurou a solução buscando a lei justa e boa de Deus. Mas ele falhou. A mulher de Samaria se tornou vítima dos prazeres duvidosos que o mundo oferece. Apesar disso, sua alma ansiava pela verdadeira satisfação.

O Senhor está falando com você. Ele deseja salvar você. Agarre Sua mão e O receba pela fé (Efésios 2:8).
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(Extraído).

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A luta interior de Paul Gupta

"E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento (Marcos 2:17)."
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Paul Gupta era um indiano nascido em uma casta hindu muito alta. Diariamente, lia em voz alta livros religiosos considerados supremos na Índia. Uma dessas obras foi escrita em um estilo tão extremamente agradável que Paul achou o livro fascinante, em especial no que se referia ao deus Krishna.

Certa manhã, contudo, ele ficou chocado com uma pequena declaração do livro: “Krishna veio para salvar o justo e condenar o pecador”. Leu a frase novamente, e então fechou o livro em desespero. O destino dele parecia selado. De todos os milhares de deuses indianos, Krishna parecia o mais gentil; o mais próximo dos seres humanos que os demais. Ele tinha vindo mostrar à humanidade o caminho da salvação. No entanto, ele anunciou a condenação do pecador, e Gupta era um pecador! Portanto, para ele não havia salvação.
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Algum tempo depois, Paul ouviu um missionário cristão falar sobre Jesus Cristo ter vindo ao mundo para salvar os pecadores. Isso prendeu a atenção dele. Começou a ler a Bíblia e suas crenças pouco a pouco foram abaladas. Ele lutou consigo mesmo e com toda tradição que havia recebido por meses.

Há crises que chegam a um fim inesperadamente simples. No caso de Gupta, ao ler a Epístola aos Hebreus, se deparou com o versículo: “Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais” (8:12). Ele finalmente entendeu que quem estava falando era um Deus gracioso, o qual podia perdoar devido ao fato de Jesus Cristo ter morrido pelos pecadores. Toda inquietação desapareceu e o coração daquele homem se encheu de paz.
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(Extraído).

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Amam a Deus

"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Romanos 8:28)."

Para os que amam a Deus é certamente verdade que todas as coisas servem a um propósito benéfico. Mas o cerne da questão é se amamos ou não a Deus. Será que podemos afirmar isso?

Quando estamos sendo provados, é mais fácil nossa mente ser invadida por pensamentos de dúvida! Olhamos para dentro de nós, re­conhecemos que estamos cheios de preocupações e sentimos que temos menos a oferecer a Deus do que nos dias em que as coisas vão bem.

Porém, o versículo de hoje não termina aqui! A força dessa declaração só se torna evidente quando lemos o contexto inteiro no qual está inserida. Acerca dos que amam a Deus é dito que os tais são “chamados segundo o seu propósito”, ou seja, de acordo com o propósito do próprio Deus.

Será que existe um único redimido que não tenha sido chamado segundo o propósito divino? Não! Deus “nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; e que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo” (2 Timóteo 1:9-10). A obra de Deus e de nosso Salvador nos permite viver tudo o que Ele planejou para nós desde a eternidade.

Esse amor na vida dos redimidos tem um lado prático também. Amar a Deus não é só um sentimento ou uma emoção como muitos pensam. O amor se expressa em atitudes concretas, reais, em ações e comportamentos. Se sabemos que tudo contribui para o bem dos que amam a Deus, e se nós mesmos amamos a Deus, então tudo o que fizermos, dissermos e pensarmos refletirá essa convicção. Afinal, o amor de Deus é antes de tudo ação: “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 João 4:9). Ele espera que o nosso também seja: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:15).
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(Extraído).

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Conserte só os ponteiros!

"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os rins (Jeremias 17:9-10)."

Um senhor idoso envolvido em atividades pastorais estava sentado com sua Bíblia aberta tendo diante de si um prisioneiro de meia-idade. “Eu ficaria muito agradecido se o senhor me visitasse todas as semanas. Ainda tenho seis meses para cumprir aqui. Nesse tempo, tenho de dar um rumo para minha vida. Meu pai sempre martelava em nossos ouvidos para fazer o que é certo e não temer ninguém. Eu ignorei isso e agora tenho de sofrer as conseqüências”.

O senhor sorriu e replicou: “Isso me lembra uma história que ouvi na juventude: um indiano entrou em uma relojoaria, colocou os ponteiros de um relógio em cima do balcão e pediu que o relojoeiro os consertasse, pois há varias semanas os ponteiros estavam mostrando a hora errada. ‘Onde está o relógio?’ – perguntou o profissional. “Lá na minha tenda”, respondeu o cliente. ‘Bem, se você não me trouxer o relógio, não vou poder ajudá-lo.’ O indiano ficou bravo: ‘Eu já lhe disse que só os ponteiros é que estão com defeito. Não há nada de errado com a máquina do relógio. Mas eu sei por que você quer o relógio: para poder cobrar mais pelo serviço!’ E então se virou e saiu bufando de raiva. O ancião continuou: “Parece que você cometeu o mesmo erro.
Você queria que apenas os ponteiros fossem consertados. Queria só mudar o exterior. Você não admitiria que seu relógio, ou seja, o seu coração estava defeituoso. Deus deseja todo o seu ser para limpá-lo completamente. Abra seu coração, confesse todos os seus pecados e sua culpa diante de Deus. Esse é o único caminho para se tornar um novo homem, inteiramente diferente”.
Deus não “conserta”, não “remenda”, e nem “melhora” ninguém! Por meio do novo nascimento, Ele nos faz “nova criatura; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).
(Extraído).

sábado, 9 de outubro de 2010

Nunca mais ter fome nem sede?

E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede (João 6:35).

Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus (Mateus 4:
4).

Uma multidão cercava o Senhor Jesus. No dia anterior, queriam proclamá-Lo rei porque Ele os suprira com alimento. Mas o Senhor Se retirara para um lugar solitário nas montanhas, pois nenhum homem tinha o direito de conferir tal posto a Ele. Além disso, os motivos daquelas pessoas eram duvidosos: o que desejavam de fato era comida diária. Então Ele lhes disse: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna”, e acrescentou que deveriam crer nAquele que o Pai enviara (João 6:27,29).

O intento deles também era ver mais milagres. Então o Senhor declarou: “Eu sou o pão da vida”, e lhes mostrou que Ele poderia satisfazer as necessidades espirituais para sempre.

A humanidade tem necessidades materiais e espirituais. No entanto, enquanto as pessoas viverem sua vida sem um relacionamento real com Deus, não estarão “vivas” no sentido verdadeiro da palavra. Falta algo interiormente: há uma sede que nada no mundo pode aplacar.

Quem vem ao Senhor Jesus e se rende a Ele obtém a resposta para todos os tipos de necessidades e perguntas. Tudo o que Deus disse e fez é a luz que promove e aumenta o entendimento daquele que crê. Toda a perfeição moral do Senhor Jesus, o Filho de Deus, se torna alimento espiritual para os que O amam. E quem O ama jamais terá fome ou sede novamente.

(Extraído).
HOJE!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Arrependimento no sentido bíblico

"O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2 Pedro 3:9)."
O versículo de hoje nos diz que o arrependimento é necessário para que alguém seja salvo, isto é, não seja sentenciado à condenação eterna. Sabemos que nem todas as pessoas têm idéia do que realmente significa arrependimento. Muitos sinceramente acreditam que isso significa se livrar da culpa do pecado que têm diante de Deus. Para tanto, acham que precisam se esforçar e fazer coisas que, segundo a opinião deles mesmos, Deus Se agradaria e assim lhes concederia o perdão e bênçãos.

É possível impedir o julgamento de Deus dessa maneira? A Bíblia, a Palavra de Deus, nos ensina que o homem em sua natureza pecaminosa é incorrigível e não pode mudar o seu estado através de seus próprios esforços. Foi por isso que o Senhor Jesus disse: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3:7).

Deus busca trazer todos ao ponto de admitirem diante dEle e para si mesmos que são pecadores irremediavelmente perdidos. Quem passa por esse processo, julgando e confessando todos os seus erros, se “arrepende” no sentido bíblico do termo.

O arrependimento, por si só, não muda o estado corrupto do coração humano e nem invalida o julgamento divino sobre nós. É preciso ir além e aceitar o caminho que Deus mostrou para que fôssemos salvos: a obra de Seu Filho, Jesus Cristo, na cruz. Quem crê nessa obra redentora e se rende ao Salvador se torna filho de Deus, salvo e nascido de novo.

(Extraído).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O verdadeiro Davi

"E ajuntou-se a ele todo o homem que se achava em aperto, e todo o homem endividado, e todo o homem de espírito desgostoso, e ele se fez capitão deles (1 Samuel 22:2)."

Que estranha companhia se reuniu em torno de Davi na caverna de Adulão! No entanto, temos aqui uma ilustração do verdadeiro Davi, Jesus Cristo (a quem Davi tipifica) e daqueles que escolheram segui-Lo.

O que esses homens desprezados tinham em comum com os interesses do rei Saul? Absolutamente nada! Haviam encontrado um novo centro, e a união deles com Davi os separava de tudo o mais em Israel. Não importa qual a situação terrível em que estavam envolvidos, agora todos eram servos de Davi, e este era o capitão deles. Isso lhes dava uma nova característica. Aqueles homens tinham se identificado com o ungido de Deus, embora ele fosse rejeitado pelo povo, e compar­tilhavam dos interesses dele. Tendo escapado da influência e domínio de Saul, agora estavam em comunhão com o rei rejeitado e perseguido. As dívidas, a opressão, a amargura, enfim, tudo havia ficado para trás. O amor e o favor de Davi eram a porção diária de seus estranhos servos. A esperança de cada um estava em um futuro glorioso ao lado do legítimo rei de Israel. Não deveria ser diferente hoje. Por meio da graça e da direção de Deus, nós chegamos até o Senhor Jesus, o Ungido de Deus, rejeitado e desprezado pelo mundo.
Ele perdoou nossa culpa e eliminou toda a amargura e o medo. Qual a nossa reação diante de tamanha graça? Procuramos nos reunir em torno do “príncipe da salvação” (Hebreus 2:10), motivados por amor e gratidão? Ou voltamos para o reino de Saul, em outras palavras, para o mundo? Vivamos como os servos de Davi, que desfrutavam da presença do capitão, mas aguardavam o momento em que o rei iria ocupar publicamente o lugar que lhe era devido.
(Extraído).

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Encontrando Jesus, o Caminho

Seguir Jesus como o Caminho significa seguir seu exemplo e ensinamento. Ele disse:

"Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos" (João 8:31).

Jesus censurou as pessoas do seu tempo que diziam aceitá-lo como Senhor, mas negligenciavam seu ensinamento.

"Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?"(Lucas 6:46).

A Bíblia é a única fonte confiável de informação sobre Jesus. Produtores de filmes e autores de romances tomam muitas liberdades ao contarem histórias sobre ele. Muitos pais e conhecidos que nos falam sobre Jesus jamais fizeram um estudo sério da Bíblia. Freqüentemente, pregadores e professores que estudaram a Bíblia por muitos anos, acrescentam tantas das próprias opiniões e filosofias, que dificilmente podemos saber o que é da Bíblia e o que não é. O fato de que eles diferem tão largamente é prova de que muitos estão enganados. É essencial, então, que cada um de nós faça seu próprio estudo da fonte original da verdade sobre Jesus.

(Extraído).

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Nem boa nem má o bastante

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus (1 Coríntios 1:18)

Uma senhora idosa e religiosa tinha freqüentado a igreja com re­gularidade durante toda sua vida. Ela esperava que, quando morresse, Deus lhe reservaria um ótimo lugar no céu. De vez em quando, ela também comparecia a estudos bíblicos dirigidos por dois cristãos.

Quando retornou de uma dessas reuniões, seus netos lhe perguntaram: “Vovó, a senhora gosta daqueles dois pregadores, não é?” Ela respondeu: “Não sei, não tenho uma opinião formada. Um deles fala como se as pessoas já tivessem conseguido a salvação. Mas não sei se realmente existem pessoas boas em nossa cidade. O outro descreve as pessoas como se todas estivessem perdidas e fossem direto para o inferno. Eles não têm uma palavra específica para mim.” Ela, portanto, não se considerava nem tão boa a ponto de ir para o céu e nem tão má a ponto de ir para o inferno.

O versículo de hoje distingue apenas duas classes de pessoas: os que estão perecendo e os que são salvos. Esta última compreende todos os que uma vez já estiveram perdidos também, mas que confessaram seus pecados a Deus e creram no Senhor Jesus Cristo. Entenderam que Deus está plenamente satisfeito com o sacrifício de Cristo na cruz e que, portanto, devem descansar em Cristo.

Qualquer indivíduo que não tenha a certeza se terá ou não um “ótimo lugar” no céu pertence à classe dos “perdidos”. Temos de admitir que nenhum tipo de esforço humano nos fará bons o suficiente para estarmos na presença do Deus Todo-poderoso. No entanto, se nos arrependermos de nossos pecados, confessarmos nossa culpa diante de Deus e voltarmos para Ele, crendo na obra de Seu Filho na cruz, teremos muito mais que a salvação; teremos o próprio Salvador!
(Extraído).

domingo, 3 de outubro de 2010

Mudança de escala de valores

Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;para que nenhuma carne se glorie perante ele (1 Coríntios 1:27-29).

Como o Evangelho é surpreendente! Ele valoriza os fracos, os excluídos, os marginalizados. Inverte os valores habituais: o dinheiro, o poder, a popularidade, coisas que não têm importância no Reino de Deus. A vinda de Jesus Cristo a este mundo demonstra essa alteração da escala de valores de nossa sociedade. Ele, que é Deus, Se humilhou ao Se fazer homem. Nasceu em uma manjedoura e viveu na pobreza. Morreu em uma cruz para ressuscitar como vencedor da morte. Escolheu a companhia de trabalhadores simples, como Pedro, bem como a de homens ricos, mas desprezados, como Mateus, o cobrador de impostos.

Por que o Senhor Jesus parece preferir os que estão à margem da sociedade, e não os que se consideram superiores aos demais? Na verdade, para Deus não há diferença. Todos os seres humanos estão atolados de culpa. Os que se acham justos não estão isentos dela, mas desprezam a voz acusadora da própria consciência. Por outro lado, os que sofrem por causa de seus pecados são mais propensos a pedir o perdão e a ajuda de Deus. Então o Senhor os acolhe como filhos, e essa adoção lhes confere um senso de valor e de identidade jamais sonhado. O Senhor Jesus os liberta tanto da vergonha secreta como das acusações públicas. Não desanimemos por causa de nossos fracassos e erros. Confessemos tudo a Deus. Ele nos permitirá começar de novo e centrar nossas vidas em Jesus Cristo.

(Extraído).

sábado, 2 de outubro de 2010

“No dia do Senhor”

Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e… vi… um semelhante ao Filho do homem (Apocalipse 1:10-13).

O apóstolo João, já bem idoso, estava no exílio, só na ilha de Patmos. Ele havia renunciado muitas coisas por amor ao Senhor Jesus, mas tinha uma alegria especial: cada nova semana trazia um dia que pertencia ao Senhor. Era o dia do Senhor, o domingo, que inicia a semana.

Nesse dia ele O viu “no Espírito”: o Senhor ocupou todos os pensamentos de João. Ele lhe deu uma mensagem para sete igrejas. Mas antes de dizer o que deveria ser escrito, o Senhor Se apresentou ao apóstolo. João viu “um semelhante ao Filho do homem”, Jesus Cristo, no papel de Juiz. Ele jamais O tinha visto assim antes, e ficou profundamente impressionado. “E eu, quando vi, caí a seus pés como morto” (v. 17).

Como você costuma passar seus domingos? O domingo é realmente o dia do Senhor para você, onde Ele recebe nossa adoração, quando ouvimos o que Ele tem a nos dizer por meio de Sua Palavra? Será que Lhe damos a oportunidade de encher nossos pensamentos? No domingo, por ser um dia de descanso, temos mais tempo para desfrutar do nosso amado Senhor Jesus. Só não podemos esquecer que o Senhor é Senhor do domingo, do sábado, da segun­da-feira… enfim, de todos os dias e de todas as horas. “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse” (Colossenses 1:19). Por isso, Ele tem de ter a primazia em nossa vida diária.
(Extraído).

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O Deus que ouve

"Ezequias… orou ao Senhor. E disse: Ah! Senhor, peço-te, lembra-te agora… Então veio a palavra do Senhor a Isaías, dizendo: Vai, e dize a Ezequias: Assim diz o Senhor:… Ouvi a tua oração (Isaías 38:2-5)."

Ezequias, o piedoso rei de Judá, certa vez caiu tão doente que ficou face a face com a morte. O profeta Isaías lhe assegurou que morreria. Então é compreensível que o rei, naquela época com apenas 39 anos de idade, orasse a Deus. E o improvável aconteceu: Deus ouviu a oração de Ezequias e mudou os planos que Ele mesmo fizera! O profeta nem tinha deixado o palácio quando Deus lhe falou novamente, enviando-o de volta com uma mensagem consoladora: Deus concedeu a Ezequias mais quinze anos de vida.

No entanto, Deus nem sempre responde as orações de Seus filhos tão rapidamente. É mais comum se passar um bom tempo antes dEle responder, pois Seus pensamentos e intenções são mais altos que os nossos. Contudo, não importa o tempo decorrido; Ele ouve nossos clamores! A Bíblia está repleta de exemplos desse fato, e os cristãos podem comprovar isso na prática.

Uma mulher que tinha um programa de televisão certa vez escreveu sobre sua “fé”: “Eu creio em Deus. O que se passa em minha mente e coração é importante para mim. Quando oro, eu mantenho uma espécie de diálogo no qual desenvolvo pensamentos de gratidão que envio para um endereço des­conhecido, esperando receber a resposta”. Que palavras tristes! Elas revelam que tal pessoa não tem a menor idéia do que é crer em Deus de verdade!

(Extraído).

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Uma coisa maravilhosa

"Mas o fruto do Espírito é… gozo (Gálatas 5:22)."

Felicidade interior e duradoura é o que todos precisam e anseiam. Muitos tentam encontrá-la principalmente nos prazeres e distrações dos mais variados tipos. Mas isso não lhes garante satisfação permanente.

A longo prazo, tais coisas podem até gerar desilusão, frustração e tristeza. Outros enchem sua mente de beleza e arte, criações da natureza ou da genialidade humana. Porém, isso também é passageiro e uma vez que a realidade da eternidade toca o homem mortal, tudo se mostra inútil e vazio.

A verdadeira alegria não depende das circunstâncias ou condições externas, mas está além delas. Sua fonte vem do próprio Espírito de Deus, o qual habita em cada crente genuíno. Esse tipo de alegria não apenas proporcionou consolo ao apóstolo Paulo na prisão, como o capacitou a encorajar outros na mesma situação.

Que grande momento é quando alguém crê de fato em Jesus Cristo e sente a alegria da salvação pela primeira vez! Cada novo dia pode ser repleto desse júbilo. É necessário somente relembrar a grande salvação concedida pelo Senhor Jesus e agradecê-Lo por ela.

O Espírito de Deus também releva aos crentes a profunda alegria da comunhão com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo (1 João 1:3-4). O gozo da comunhão fraternal é um vínculo para todos os filhos de Deus; ela ajuda a revigorá-los e a testificar da nova vida que existe dentro deles. Que coisa maravilhosa é experimentar isso!
(Extraído).

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Porque o Pai ama o filho

"Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la (João 10:17)."

No Evangelho de João, a obra do Senhor Jesus é apresentada sob o ponto de vista de Sua voluntária devoção e sacrifício a Deus. Ninguém tinha o poder de tirar a vida dEle; Ele a sacrificou por Sua própria vontade. Todos os pensamentos e motivações do nosso Senhor estavam direcionados ao cumprimento da vontade dAquele que o enviara. Essa é a razão pela qual o Filho amado proporcionou tamanho prazer ao Pai.

Ele Se aproximou da turba liderada por Judas com autoridade, testificando que Ele era a Pessoa que procuravam.

E o incompreensível zelo de Pedro foi contido pelo Senhor, que jamais falhara em obedecer, com as palavras: “Põe a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu?” (18:11).

Um amor indescritível fluiu do coração do Senhor, apesar de saber o que iria enfrentar. Ele carregou Sua própria cruz até o Calvário onde “pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus” (Hebreus 9:14), de quem viera.

Portanto, vemos uma perfeita oferta queimada na morte do Filho de Deus, o Salvador do mundo, o qual dedicou Sua vida para Deus. Isso era o que o Senhor Jesus tinha em mente quando disse aos onze apóstolos: “Agora é glorificado o Filho do homem, e Deus é glorificado nele” (João 13:31).
(Extraído).

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Apenas uma única vida para viver

"Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos (Romanos 14:8-9)."

Na epístola que escreveu, Tiago faz a seguinte pergunta: “Que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece” (4:14). Podemos até nos arrepender amargamente do tempo que desperdiçamos, mas não podemos trazer de volta um instante sequer do passado.

Temos apenas uma única vida para vivermos aqui neste mundo. Quanto dela escorre por entre nossos dedos, quer desejemos isso ou não? Se fizermos uma avaliação séria, provavelmente concluiremos que gastamos muito tempo perseguindo ilusões ou vagando sem rumo. Para experimentarmos o que realmente a vida foi planejada para ser, temos de vivê-la com Deus e para Deus. Essa é a verdadeira vida.

Muitas pessoas hoje se sentem desconfortáveis sem saber o porquê. Não têm esperança ou segurança acerca do futuro. Pensar sobre as transformações de nossa sociedade de hoje já lhes causa terror. O próprio Senhor Jesus falou acerca de um tempo ainda futuro caracterizado por “homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo” (Lucas 21:26).

Hoje, contudo, ainda é o tempo da graça, no qual as boas novas de Jesus Cristo continuam sendo pregadas a todos. E é tempo de con­siderarmos a questão da eternidade, nosso destino após a morte. É imperativo pedir e aceitar o perdão divino e a vida eterna que Ele ainda nos oferece. A possibilidade de entrar no céu está diante de nós. Entrar ou não no Reino de Deus é uma decisão absolutamente individual. A parte de Deus já foi feita; agora cabe a nós escolhermos!
(Extraído).

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O olhar do Senhor Jesus

"E, virando-se o Senhor, olhou para Pedro, e… saindo Pedro para fora, chorou amargamente (Lucas 22:61-62)."

Quando Simão foi trazido à presença do Senhor Jesus por seu irmão André, o Senhor olhou para ele e lhe deu o nome de Cefas, ou seja, Pedro. Ele foi marcado para servir a Deus, por assim dizer. Depois Pedro deixou tudo para segui-Lo, passando três anos em Sua companhia.

Ele se sentia tão próximo do Senhor que julgava estar preparado para ser preso ou até morto por causa de seu Mestre (v. 33). Quando o Senhor Jesus foi capturado, ele tentou defendê-Lo com a espada. Mas os inimigos prevaleceram e Pedro viu o Senhor ser acusado, espancado e humilhado. Isso arrasou sua autoconfiança e sua fé. Temendo por sua própria vida, as perguntas da serva e dos dois homens o fizeram negar o Mestre três vezes.

Será que aquilo era o fim? Tanto tempo de relacionamento, tantos milagres, tanta esperança em relação ao futuro… Pedro já considerava isso coisas perdidas no passado, até que o Senhor olhou para ele. Aquele olhar reafirmou a Pedro que o Senhor Jesus ainda o amava, apesar de sua deslealdade que o fez chorar por seu fracasso total como homem, amigo, discípulo, etc. Mas também eliminou o desespero. A comunhão com o Senhor seria restaurada: o Jesus ressurreto apareceria para Pedro antes dos demais discípulos. Logo após confirmou publicamente o serviço para o qual Pedro fora designado.

O Senhor ainda se interessa por todos os que são Seus. Ele não tira Seus olhos de nós, e não devemos tirar nossos olhos dEle.

(Extraído).

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Para que tanto esforço se não existia vida no galho?

Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? (Marcos 8:36).

Certo homem de negócios havia alcançado considerável sucesso e se orgulhava disso. Uma manhã, ao passear pelo jardim, notou uma lagarta tentando subir em um galho próximo a uma roseira. O esforço daquela pequena criatura fascinou o observador e ele permaneceu ali para ver se a lagarta iria realmente chegar ao topo do galho.

De repente, um pensamento veio à sua mente: ele também tinha se esforçado muito para alcançar o topo. Trabalhou e trabalhou para manter o negócio no excelente patamar que estava atualmente. Ele tinha conseguido e agora estava no topo. Tais pensamentos fervilhavam em sua cabeça enquanto continuava a observar o animal.

De fato, a lagarta alcançou o alto do galho, mas, não achando nenhuma folha para comer, voltou e rastejou para baixo novamente. Não existia vida naquele ramo!

A simples observação daquela cena causou um profundo impacto no empresário. Ele ponderou sobre o que realmente havia conquistado na vida. Tinha subido cada vez mais alto, enfrentando muitas dificuldades, esperando ter uma posição respeitável. Mas então por que estava insatisfeito? O que havia de tão maravilhoso em sua vida? Será que com todo o dinheiro que possuía poderia comprar a paz interior? Tudo o que adquirira com tanta luta de fato contentava sua alma? Já tinha ultrapassado o clímax de sua existência; portanto, a direção da caminhada agora era descendente. Essa constatação foi como se uma bomba explodisse dentro dele. Ficou claro que ele precisava de algo mais: algo cujo valor transcendesse o tempo, perdurando além das fronteiras da morte.

E você? Também já percebeu essa verdade? Quando você partir deste mundo, o que restará de todos os seus esforços? “Há um grave mal que vi debaixo do sol, e atrai enfermidades: as riquezas que os seus donos guardam para o seu próprio dano; porque as mesmas riquezas se perdem por qualquer má ventura… Como saiu do ventre de sua mãe, assim nu tornará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que possa levar na sua mão. Assim que também isto é um grave mal que, justamente como veio, assim há de ir; e que proveito lhe vem de trabalhar para o vento…e de haver padecido muito enfado, e enfermidade, e furor?” (Eclesiastes 5:13-17).
(Extraído).

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

COMEÇOU o DOC

O desafio está lançado e junto dele o mistério. Quem será capaz de descobrir?

Se você é jovem e tem entre 18 e 35 anos, então está convocado a fazer parte de um grupo que ama novos desafios e grandes descobertas.


DIAS 26, 27 e 28 de NOVEMBRO.
Valor: 100 reais. (Pagando até outubro - 90 reais).


Siga o DOC no twitter: twitter.com/encontroDOC

Faça sua inscrição pelo site, arrume a bagagem e prepare-se para algo que você nunca viu.

Realização: Igreja Metodista em Cascadura
Apoio: Ministério Pró-Resgate e Uma Dose Por Dia

Deus te abençoe!

sábado, 18 de setembro de 2010

HOJE!

18 de Setembro
será um dia de oração e jejum pelo nosso Brasil.

Um dia em que a Igreja de Jesus no nosso país, é convocada a pôr os seus joelhos em chão e levantar um clamor aos Céus. Vamos clamar por justiça, vamos reivindicar os princípios bíblicos em nossa sociedade, vamos nos arrepender dos nossos pecados e vamos interceder por misericórdia pela nossa nação.
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Obedecendo o que a Bíblia nos ensina em 1 Tim. 2:1-2, vamos levantar orações e súplicas pela nossa liderança governamental. Durante 8 horas consecutivas (10-18hs) iremos nos reunir em jejum e juntos clamar por um novo tempo no Brasil. Juntos como um só Corpo, a poucos dias das eleições, estaremos participando de algo que poderá mudar a história de nosso país. Este dia será uma mobilização para utilizarmos a nossa arma mais efetiva: a oração. Cremos na Bíblia quando ela nos diz: “a oração do justo pode muito em seus efeitos” Tiago 5:16, e por isso nos reuniremos para promover nada além do que um clamor pelo Brasil. Um clamor sem representações de denominações ou partidos, mas sim debaixo de uma só bandeira: Jesus Cristo.
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Um Dia de Clamor não promoverá pregadores, bandas ou ministérios. Não é algo voltado ao crescimento de ministérios. Mas tem como propósito voltar os corações ao Senhor em favor de nosso país. Este é um tempo de mudanças, e nós como povo de Deus precisamos nos levantar e clamar pela intervenção dEle como eram feitas nas assembléias descritas em II Cr. 20:3-4 e Joel 1, 2:14-17.
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Neste dia estaremos clamando para que o povo brasileiro acorde e interceda pelas nossas autoridades. Para que o povo de Deus se disponha a jejuar e se humilhar perante Deus pela nossa nação, assim como está escrito: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar e orar, buscar a Minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.” – II Cr. 7:14
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Nos levantaremos como Igreja para orar por vitória contra o aborto, crime organizado, alta prostituição, pedofilia, venda ilegal de órgãos de crianças, união homossexual, e desfalecimento do poder pátrio. Clamaremos para que homens e mulheres justos, cheios de ética, honestidade e compaixão se ergam e atendam o chamado sobre a Igreja.
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“Procurei entre eles um homem que erguesse o muro e se pusesse na brecha diante de Mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse, mas não encontrei nenhum.”-Ez. 22:30
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Nosso país está precisando urgentemente da misericórdia de Deus e a Igreja precisa se unir em intercessão e adoração diante do Trono. Vamos entrar como Nação em um Novo Dia.
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Que venha o governo de Cristo sobre o Brasil!
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Deus 'nos' abençoe!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Alegria divina

"Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo (João 15:11)".

Todos querem experimentar a felicidade e alegria. Muitas pessoas gastam bastante dinheiro para obter o que no final se revela apenas um delírio passageiro e superficial. Outros são mais reservados. Passam pela vida e jamais conseguem saber o que é uma vida de contentamento.

O Senhor Jesus Cristo tem algo muito melhor em mente para os Seus redimidos. Ele lhes concede a verdadeira alegria. Isso fez parte da mensagem dos anjos aos pastores no momento de Seu nascimento. Mas não parou por aí. Repetidas vezes o Senhor disse aos discípulos como um relacionamento com Deus enriquece as pessoas de tal maneira, que elas não somente sentem uma grande satisfação, mas transbordam de júbilo. Essa é a mensagem do versículo de hoje.

Temos de acrescentar que a alegria divina não depende das circunstâncias, por vezes difíceis e atribuladas, que os cristãos têm de viver. Nenhuma das catástrofes da vida pode abalar a alegria que eles sentem. Impossível? Não! O segredo é habitar no amor divino. Jesus Cristo nunca deixou de desfrutar do amor do Pai e isso não pode se comparar com nada neste mundo.

A maioria dos seres humanos conhece apenas o amor humano. Não há nem sequer parâmetro de comparação entre isso e o amor divino que vem de cima e é ilimitado. Nosso grande Deus ama os Seus filhos, e tudo faz para o bem deles. A alegria dos cristãos vem da segurança desse amor.
(Extraído).

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

“Porque muito amou”

"Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento. Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou (Lucas 7:46-47)."

Quanto mais as trevas duram, mais a luz brilha. Na casa de Simão, o fariseu, religioso arrogante e que se considerava virtuoso, o Senhor Jesus encontrou uma mulher pecadora cuja fama era conhecida na cidade inteira. O arrependimento que ela manifestava pelos próprios pecados era tão grande que não podia ser expresso com palavras. Ela chorava, derramando suas lágrimas sobre os pés do Senhor Jesus, enxugando-os com seus cabelos, e depois ungindo-os com óleo. Isso demonstrou claramente aquilo que havia em seu coração, e o Senhor Jesus a compreendeu perfeitamente.

No entanto, o que Ele disse para o fariseu pode ser facilmente mal interpretado, se lermos com rapidez: “Os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou”.

Uma coisa é impossível: o perdão dos pecados não pode ser obtido por meio do amor a Cristo. O amor da mulher pecadora pelo Salvador foi uma resposta ao perdão que Ele lhe concedera. Ela percebeu o quanto havia sido perdoada, portanto, seu coração a impeliu a provar seu amor por Ele ungindo os pés do Senhor Jesus com um óleo caríssimo. O Salvador expressou Sua alegria com aquele ato afirmando que o grande amor dela provou que aquela mulher compreendera a extensão dos pecados que cometera e a profundidade do perdão que lhe foi dado.

Todos os que se aproximam de Deus percebem gradualmente o abismo de nosso estado caído e a grandeza da obra do Senhor Jesus na cruz. Apenas os que têm uma clara compreensão do que o pecado significa estão aptos a entender o mistério do indescritível perdão que Deus nos oferece.
(Extraído).

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Opiniões inúteis

"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos (Atos 4:12)."

Eu conversava por telefone com certo homem que me indagava sobre questões relacionadas à fé. Por fim, ele me perguntou: Você é um fundamentalista?

O que você quer dizer com isso?, repliquei.

Bem, você realmente acredita que a Bíblia foi literalmente inspirada por Deus?

Então ele não pôde mais se conter e falou: Eu estive em todas as igrejas e grupos cristãos e verifiquei que todos crêem em algo diferente. Cheguei à conclusão que a fé em Deus é baseada puramente na experiência pessoal.

O que a Bíblia diz não é importante para mim. Eu creio em Deus e isso é o principal. Jesus Cristo não significa nada para mim.

Muitas pessoas pensam assim como esse homem. O problema é: tal fé tem uma fundação muito frágil. Para experimentar os caminhos de Deus temos de conhecê-Lo da maneira pela qual Ele Se revelou à humanidade. Opiniões são absolutamente inúteis. Se cada indivíduo pudesse inventar um deus, esse ser nem mesmo mereceria ser chamado de “Deus”. Ele existiria somente na imaginação de seu “seguidor”.

A Bíblia é a única fonte de informação acerca de Deus. Todos os verdadeiros cristãos podem confirmar isso.

Quem se firma sobre a fundação da Palavra de Deus cedo descobre o significado de Jesus Cristo. Ele é o único “Mediador entre Deus e os homens” (1 Timóteo 2:5). Necessitamos desse Mediador porque somos pecadores e sem Ele ninguém pode chegar a Deus.
(Extraído).

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Um caminho seguro

"Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens (Esdras 8:21)."

Esdras estava prestes a deixar o cativeiro babilônico e voltar a Jerusalém. Outros judeus responderam ao chamado do rei persa Artaxerxes e se uniram a Esdras. Como líder, Esdras achou importante que todos tivessem a mesma atitude de coração em relação a Deus. O cativeiro havia sido enviado por Deus como uma punição pelos pecados do povo judeu. Portanto, eles tinham motivos de sobra para se humilharem diante do Senhor.

Também estavam conscientes da longa e perigosa jornada que os aguardava. O “caminho seguro” era o que necessitavam. O rei poderia ter enviado tropas para lhes dar proteção, mas Esdras disse: “Tive vergonha de pedir ao rei, exército e cavaleiros para nos defenderem do inimigo pelo caminho; porquanto tínhamos falado ao rei, dizendo: A mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam” (v. 22).

Esdras tinha exata noção do que fazia. Ele não subestimava o perigo, pois conhecia o “inimigo pelo caminho”. Mas acreditava no Deus de Israel, e tinha experimentado Sua bondade (7:6-10). Quem leva a vida sob a “boa mão” de Deus de fato se envergonha de depender da proteção humana.

Será que existe um tempo em que precisemos mais do “caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens”, do que atualmente? Hoje os perigos e as ameaças estão por toda parte, os valores morais a cada dia são destruídos, o certo está virando errado e o errado, certo, porque o mundo jaz no maligno (1 João 5:19).

O exemplo de Esdras nos mostra que a boa mão de Deus tem um caminho seguro para aqueles que O servem, que O amam e crêem nEle.

(Extraído).

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Tradições religiosas: subprodutos da morte espiritual

"Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim; em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.

Arrependei-vos, e crede no evangelho (Marcos 7:6-7; 1:15)."


É necessário para alguém que deseje conhecer a Deus abrir mão da sua personalidade e viver segundo os padrões religiosos?

Jesus Cristo falou expressamente contra tradições e formas humanas. Ele criticou os líderes religiosos de Seu tempo, pois, por meio de preceitos, eles impediam as pessoas de se aproximarem de Deus. Como o mesmo Deus que criou a todos nós com tão fantástica variação de características e sentimentos pode desprezar o que Ele próprio projetou?

Todos podem se aproximar de Deus, não para encontrar uma religião, mas para ter um relacionamento vivo com Ele. A fé cristã não é uma coleção de princípios doutrinários, mas a revelação de Deus, em particular, da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, que veio nos dar a compreensão de Deus e de Seu amor.

As formas religiosas podem facilmente ser consideradas subprodutos da morte espiritual; a fé em Jesus Cristo, por outro lado, significa libertação e verdadeira vida oferecida gratuitamente a todos.

Ter fé não é ser ingênuo ou crédulo. Os que pela fé aceitam a mensagem divina reconhecem Aquele que fala. A fé também não é superstição ou fanatismo. É antes um ato de obediência à chamada de Deus, tendo como resultado uma radical mudança na maneira de pensar – para melhor. Quem crê não aceita tudo o que é imposto sem questionar. Ao contrário, é capaz de julgar o que procede da cultura que permeia esse mundo, pois tem a convicção e a experiência de que a Palavra de Deus é o caminho que conduz à vida.
(Extraído).

sábado, 11 de setembro de 2010

A Aliança Perpétua do Sábado É para Todos e para Sempre?

Alguns grupos religiosos hoje insistem que os cristãos devem guardar o sábado, o descanso do sétimo dia ordenado por Deus no Antigo Testamento. Frequentemente citam versículos como este para apoiar seus argumentos: “Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre” (Êxodo 31:16-17). Parece simples e claro. O sábado é uma aliança perpétua que deve ser guardada para sempre. Mas antes de trazer a lei do sábado para os dias de hoje, vamos considerar alguns fatos:

(1) A lei do sábado foi dada aos filhos de Israel, descendentes físicos de Abraão, Isaque e Jacó. Leia de novo a citação acima e considere trechos como Êxodo 35:1-3 e Neemias 9:7-15 que mostram, também, que a lei do sábado foi dada aos israelitas.

(2) “Perpétua” nem sempre significa eterna. Uma pesquisa sobre o uso da palavra perpétua no Antigo Testamento mostra que ela, muitas vezes, descreve coisas que iam permanecer por muito tempo, mas não para todas as épocas. Israel ia possuir perpetuamente a terra prometida (Gênesis 17:8; 1 Crônicas 16:15-18), mas a perdeu por causa da rebeldia. A circuncisão foi dada como aliança perpétua (Gênesis 17:13), mas ela foi anulada por Deus posteriormente (Gálatas 5:1-6). Vários sacrifícios, ofertas e cerimônias foram obrigações perpétuas (Êxodo 25:30; 29:28; Levítico 24:8-9; 2 Crônicas 2:4), mas não têm lugar no Novo Testamento (Hebreus 10:1). Ofertas foram dadas aos descendentes de Arão como direito perpétuo (Números 18:19), mas esse sacerdócio não existe mais. O sacerdócio da casa de Eli era perpétuo, mas foi interrompido por Deus (1 Samuel 2:30-31). Deus disse que seu nome estaria perpetuamente no templo em Jerusalém (2 Crônicas 7:16), mas este templo foi destruído por decisão divina!

(3) As festas anuais, mensais e semanais (os sábados) dos israelitas foram sombras que perderam seu valor quando Jesus morreu na cruz e deu sua nova aliança (Colossenses 2:13-17).

(4) No Novo Testamento, os cristãos se reuniam no primeiro dia da semana para participar da Ceia do Senhor (Atos 20:7) e para servir a Deus (cf. 1 Coríntios 16:1-2). Domingo não é o sábado e não é governado pelas mesmas regras que Deus deu aos israelitas em relação ao sábado. Não é pecado andar, trabalhar, cozinhar, etc. no primeiro dia da semana, mas é um dia em que os servos de Deus separam tempo para se congregarem. Não devemos ser negligentes nesta prática (Hebreus 10:24-25).

(Extraído – por Dennis Allan).

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Medo

"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares (Salmo 46:1-2)."

O medo é o pesadelo que apavora milhões atualmente. Desde que o homem foi expulso do Jardim do Éden, o medo, a abundância de preocupações e ameaças têm flagelado nossa sociedade moderna por causa dos problemas da raça humana em geral e em particular pelo estado desesperador dos indivíduos.

O ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 fez com que o medo mundial crescesse rapidamente. Ficou a lição de que nenhum lugar é seguro como pensávamos.

Talvez Deus esteja nos lembrando de que tudo neste mundo é transitório. Um período excepcional da história humana está próximo do fim: tem durado cerca de dois mil anos, começando com a obra de Jesus Cristo na cruz. Deus tem falado conosco graciosa e pacien­temente, porém, em certas ocasiões, Sua mensagem é dada com muita severidade a fim de nos lembrar de que temos de acertar as coisas com Ele e “para desviar a sua alma [a alma de Suas criaturas] da cova, e a sua vida de passar pela espada” (Jó 33:18).

Falei recentemente com um casal de idosos sobre essa questão. Eles também estavam preocupados com o futuro da humanidade. De repente, o marido falou: “Mas quem crê em Jesus não precisa ter medo. O Senhor não nos abandonará”. Ele acreditava nisso de todo o coração.

Como ele estava correto! Quem se refugia no Senhor Jesus pela fé não tem nada a temer, pois pode dizer como o rei Davi: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo” (Salmo 23:4).
(Extraído).

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Aprender a obediência

"O Senhor DEUS me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado. Ele desperta-me todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que ouça, como aqueles que aprendem (Isaías 50:4)."

Falando aqui por intermédio do profeta Isaías, o Espírito de Deus aponta para o nosso Senhor Jesus Cristo. Na glória do céu, o Filho de Deus apenas dava ordens e tudo era feito. Todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele. Tudo, portanto, estava à disposição e ao serviço do Senhor Jesus.

No versículo de hoje O vemos como Homem na terra. Ele escondeu Sua glória debaixo da aparência de servo (Isaías 42:1; 52:13). Ele Se tornou semelhante aos que aprendem, embora Sua vida inteira estivesse de acordo com Seu Deus e Pai. Ele não precisava disso (João 16:30).

Ele Se fez semelhante a nós em tudo. Ele não tinha pecado, contudo, no batismo Se identificou com o penitente remanescente de Seu povo. Ele não precisava de instrução, mas tomou o lugar de dependência total para nos mostrar o que é obedecer. Sua perfeição foi revelada de tal modo que o próprio Deus testificou do céu: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3:17).

Temos de ser educados na escola de Deus, onde aprenderemos muito, às vezes sob condições dolorosas. Mas quando lemos que Ele “aprendeu a obediência” (Hebreus 5:8), isso se aplica à experiência do Senhor Jesus quando esteve neste mundo como Homem. Assim também nós, ao nos tornarmos filhos de Deus pela fé nEle, temos de aprender a obedecer ao Pai. Essa lição levará a vida toda, e trará benefícios que desfrutaremos aqui e na eternidade.
(Extraído).

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Ainda assim, Ele os recebeu

"Quando voltou Jesus, a multidão o recebeu, porque todos o estavam esperando.
E, sabendo-o a multidão, o seguiu; e ele os recebeu, e falava-lhes do reino de Deus, e sarava os que necessitavam de cura (Lucas 8:40; 9:11)."


Quando o Senhor Jesus Cristo estava neste mundo, a maioria de Seu povo O rejeitou. Isso já havia sido profetizado por Isaías: “Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens” (53:3).

A multidão que O saudou, como lemos em Lucas 8, era constituída em grande parte pelas mesmas pessoas inconstantes que mais tarde se reuniram para clamar pela crucificação do Senhor. No entanto, ainda assim, Jesus Cristo “os recebeu” a fim de lhes explicar o caminho para o reino de Deus, o caminho da salvação, e para ajudar os necessitados.

Entre as grandes multidões sempre existem indivíduos para os quais um encontro com Jesus se torna um momento decisivo de mudança. Pela fé, estes abrem o coração para o Salvador. Eles O recebem em toda a verdade. E isso tem um efeito profundo na vida de tais pessoas. O contraste entre a rejeição generalizada e a recepção que o Senhor teve de alguns é claramente expresso em João 1:11-12: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome”.

Todos os que O recebem podem ter a segurança de também serem aceitos pelo Salvador, não temporária, mas eternamente.

O Senhor Jesus não pergunta acerca da magnitude de sua culpa; Ele deseja perdoar tudo e restaurar seu relacionamento quebrado com Deus. Os que crêem nEle se tornam filhos de Deus.
(Extraído).

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O verdadeiro Elim

"Então vieram a Elim, e havia ali doze fontes de água e setenta palmeiras; e ali se acamparam junto das águas (Êxodo 15:27)."

Após os filhos de Israel passarem pela terrível experiência em Mara, onde o deserto oferecia aos sedentos viajantes água amarga, eles chegaram a um lugar de refrigério. Na sabedoria de Deus ambos os lugares de pernoite eram necessários. Apenas quem já passou pela frustração em Mara pode apreciar devidamente os tesouros preparados por Deus em Elim.

A nossa experiência como filhos de Deus é diferente hoje em dia? Se não tivermos consciência do quanto nosso coração fica vazio quando buscamos enchê-lo das coisas deste mundo, não seremos capazes de aproveitar adequadamente os benefícios da Palavra de Deus.

Elim representa se alegrar no Senhor Jesus, a água da vida, e se fortalecer na alegria da salvação e nas bênçãos que temos nEle. Davi certa vez “se fortaleceu no Senhor seu Deus” (1 Samuel 30:6). Mas Elim também representa descansar à sombra de Sua bondade, descanso que restaura a paz de nossa alma, afastando as adversida­des do deserto: “Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade, pelo que os filhos dos homens se abrigam à sombra das tuas asas” (Salmo 36:7). Você também já teve essa experiência?

Elim é, contudo, algo que o povo de Deus como conjunto desfruta. O número doze simboliza a administração que Deus confiou ao homem, ao passo que setenta significa perfeição, integra­lidade. Ambas estão presentes onde o Senhor Jesus reúne os Seus em torno de Seu Nome. Ele é nosso verdadeiro “Elim”.
(Extraído).

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Deus é culpado de tudo?

"Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos (1 João 4:8-9)."

“Por que Deus não coloca um ponto final em toda miséria, conflitos e violência do mundo? Por que Ele apenas olha enquanto milhões estão famintos? Dizem que Ele é um Deus de amor. Onde podemos comprovar isso?” Tais palavras são comuns. Mas raramente são pronunciadas pelos que de fato crêem na existência de Deus, pois estes sabem que o Criador nos aguarda para prestarmos conta de nossas ações, palavras e pensamentos. Portanto, sentem que é inadequado fazer tais acusações. Deus vive em uma esfera muito diferente da nossa. Se assim não fosse, Ele não seria Deus. Fazer perguntas como essas só revelam nossa incredulidade.

Se Deus interviesse e acabasse com toda a injustiça dos homens que não O reconhecem como Senhor, isso significaria um juízo devastador. Foi o que aconteceu nos dias de Noé, quando praticamente toda a raça humana pereceu no Dilúvio, porque “viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra” (Gênesis 6:5). E hoje em dia as coisas não estão melhores! Nosso problema mais essencial é o pecado, que determina toda a nossa conduta.

Deus realmente é amor. Ele revelou Seu amor quando enviou Seu Filho, Jesus Cristo, ao mundo. Deus julgou a culpa dos homens nEle, o Inocente, para que todo aquele que nEle crer obtenha a vida eterna.

Engana-se quem pensa que Deus está em silêncio. Ele nos fala por meio de Cristo, por meio do Evangelho, por meio das circunstâncias, por meio da natureza, etc. Todos têm a chance de ouvir a mensagem da cruz. Mas são poucos os que se rendem a tais palavras. A esmagadora maioria segue seu próprio coração pecaminoso e, quando não obtêm o resultado que desejam, culpam a Deus. “A estultícia do homem perverterá o seu caminho, e o seu coração se irará contra o Senhor” (Provérbios 19:3).
(Extraído).

domingo, 5 de setembro de 2010

A solução para o gênero humano

"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso (Jeremias 17:9)."

É comum as pessoas pensarem que basta mudar o sistema de distribuição de bens para que os roubos, assassinatos e injustiças desapareçam. Em todos os tempos houve quem cresse firmemente que, se as pessoas tivessem a mesma porção de bens materiais, uma espécie de “era de ouro” se estabeleceria. Sem ricos nem pobres, os ciúmes, a inveja, o engano e a trapaça acabariam. Nem polícia, nem tribunais, nem prisões!

No entanto, lamentavelmente, a maldade do coração humano – de onde nascem as traições, roubos e crimes – não é produto da desigualdade social, mas a causa dela. Egoísmo, orgulho, desejo de poder: esses são os sentimentos que engendram a violência e todas as formas de miséria. E mesmo que a felicidade material alcançasse a todos, as pessoas não estariam satisfeitas, porque “nem só de pão viverá o homem” (Mateus 4:4). Tampouco se vive de palavras ocas e de esperanças vãs.

Nosso coração precisa da Palavra de Deus, não da dos homens. Ela nos ensina que o ser humano é incapaz de reformar sua natureza pervertida e caracterizada por uma vontade oposta à de Deus. Somente o Salvador, Jesus Cristo, pode nos libertar dessa terrível escravidão moral. Este é o Evangelho!
(Extraído).

sábado, 4 de setembro de 2010

O invisível se torna visível

"Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou (João 1:18)."

O astronauta russo Yuri Gagarin, participante do primeiro vôo espacial tripulado realizado em 1961, certamente não tinha a intenção de confirmar a verdade do versículo acima quando afirmou que não viu Deus no universo. No entanto, inconscientemente, ele o fez.

Ser visível é uma qualidade das coisas criadas, incluindo os ídolos inventados pelos homens. A Bíblia, contudo, testifica acerca do único Deus verdadeiro, o Criador do universo, o qual “tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver” (1 Timóteo 6:16). Em Sua grandeza, Ele está além do domínio da esquadrinhação humana. Sua soberania é absoluta e ninguém pode nem poderá captar nem um relance dEle, nem assumir qualquer aspecto de Seu poder.

Isso torna mais fantástico o fato do Deus invisível ter Se “declarado” à humanidade ao revelar Sua própria imagem na encarnação de Cristo, “o Filho unigênito, que está no seio do Pai”, isto é, inseparavelmente unido a Ele. Na forma do Filho, “o qual é imagem do Deus invisível” (Colossenses 1:15), Deus desceu ao mundo para ser a ponte sobre o infinito abismo que nenhum ser humano seria capaz de transpor.

Jesus Cristo testificou que Deus é um Deus Salvador, não desejando abandonar o homem à morte eterna, mas quer lhe dar a vida eterna. Isso também confirma que Ele é justo e, portanto, tem de julgar a culpa dos pecadores. Cristo levou sobre Si o nosso castigo, voluntariamente padecendo a morte sacrificial na cruz a fim de expiar o pecado do mundo. Todo aquele que O recebe como Salvador pessoal pela fé se torna filho de Deus.
(Extraído).

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Estevão, o primeiro mártir

"Elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo… cheio de fé e de poder."

"E quando o sangue de Estêvão, tua testemunha, se derramava, também eu [ou seja, Paulo] estava presente, e consentia na sua morte, e guardava as capas dos que o matavam (Atos 6:5,8; 22:20)."

Firme em sua fé e coragem diante de seus acusadores, Estêvão testemunhou ousadamente acerca de sua crença no Senhor Jesus mesmo correndo risco de morrer. Ele falou duas frases que nos lembram das palavras de Cristo na cruz. Ele pediu que Deus perdoasse os que o apedrejavam: “Senhor, não lhes imputes este pecado”, e clamou pouco antes de morrer: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito” (Atos 7:59-60 (na ordem inversa); Lucas 23:34,46).

A Palavra de Deus havia invadido seu coração durante sua curta vida. Isso foi comprovado pelo relato detalhado que Estêvão fez desde o início da história de Israel até o surgimento do Messias prometido, a quem seus contemporâneos falharam em reconhecer, rejeitando-O (Atos 7:2-53). Quando a fúria do tribunal judaico se levantou, Estêvão dirigiu os olhos para o céu e viu “a glória de Deus, e… os céus abertos” (vv. 55-56). Ninguém era capaz de resistir à sabedoria e ao Espírito com os quais ele falava. Como o Senhor, Estêvão foi acusado por falsas testemunhas. “Cheio de fé e poder”, ele realizou grandes sinais e maravilhas entre o povo. Ele foi escolhido para servir na igreja, e serviu com fidelidade.

No fim de sua vida, sua fé resplandeceu diante dos olhos do então endurecido Saulo de Tarso, abalando suas convicções.

Estêvão foi aprovado ao enfrentar a tentação, e como recompensa, receberá a “a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam” (Tiago 1:12; Apocalipse 2:10).
(Extraído).

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Mesmo sendo cego, ele conseguia ver

"Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim (Lucas 18:38)."

Tem misericórdia! Essa foi a súplica desesperada de um mendigo cego que estava fora dos portões de Jericó, uma das cidades mais antigas do mundo. O grito dele foi tão penetrante que a multidão que seguia o Senhor Jesus reagiu com raiva. Mas o cego sentiu que aquela era sua primeira e última chance. De fato, o Senhor Jesus jamais voltou a passar por aquele caminho. Pouco depois, o Senhor seria crucificado em Jerusalém. Perceba que temos de aproveitar a oportunidade de entrar em contato com Jesus Cristo quando ela se apresentar. Pode ser a única chance que teremos em toda a eternidade!

O que um homem cego poderia contra centenas de pessoas que, enxergando normalmente, seguiam ao Senhor Jesus? No entanto, apenas uma coisa o interessava: ele ansiava ver. Então, quem tinha a perspectiva correta do Senhor: a multidão ou o cego?

Lendo o relato bíblico com cuidado, percebemos algo muito importante: somente o mendigo realmente compreendia a Pessoa do Senhor Jesus. Para os demais, Ele era Jesus de Nazaré; na melhor das hipóteses, um milagreiro e, portanto, uma Pessoa notável. Mas tal conceito sobre o caráter do Senhor jamais foi útil, nem no passado e nem hoje. Isso definitivamente não muda a vida de ninguém.

O cego estava um passo à frente de todos, pois conseguia ver o que os outros não viam. Ele acreditava que o Senhor Jesus era o Filho de Davi. Ele podia ajudar, curar e, acima de tudo, salvar!

Às vezes quem tem olhos não vê. Que Deus abra os olhos de nosso coração para que reconheçamos nosso estado, nossa profunda necessidade da redenção e do Redentor, Jesus Cristo!

(Extraído).

terça-feira, 31 de agosto de 2010

“A minha paz vos dou”

"Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós (João 20:21)."

Pela segunda vez o Senhor fala sobre o precioso dom da paz concedido aos Seus discípulos. Na primeira ocasião, Ele lhes mostrou as marcas de Suas feridas para que pudessem entender que essa paz, a paz com Deus, era baseada exclusivamente em Sua obra realizada no Calvário. Agora o Senhor esclarece os discípulos acerca da posição que ocuparão depois que Ele subir para estar com o Pai.
(Extraído).

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Quem você seria?

"Os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama (Lucas 7:47)."

A mulher em questão no versículo acima era conhecida em toda cidade pelo estilo de vida imoral que levava. Agora lá estava ela chorando e prestando a devida homenagem a Jesus. O Senhor reconheceu a sinceridade do arrependimento dela e, por isso, lhe deu uma palavra de segurança e conforto: “Os teus pecados te são perdoados” (v. 48).

O fariseu que havia convidado o Senhor Jesus para jantar falava consigo mesmo: “Se este fora profeta...” (v. 39). Então o Senhor contou uma parábola que se aplicava especialmente a ele. O que aprendemos desse episódio?

Ninguém pode amar o Senhor Jesus sem antes ter vindo com seu fardo de culpa e colocado aos pés dEle. Quem pensa que a culpa acumulada durante toda a vida é pequena, jamais experimentará a rica plenitude do perdão que Deus oferece em Cristo.

Cada um de nós tem de se conscientizar de que não passamos de perversos pecadores, porque o padrão que nos mede é a santidade divina! Porém, quem reconhece esse fato, crê na obra do Calvário e se agarra ao Senhor Jesus, o Salvador, é capaz de experimentar o amor que levou Cristo a morrer pelos pecadores na cruz. E tal amor será correspondido. Quem conhece Cristo como Redentor O ama, pois se tornou consciente da magnitude e seriedade de seus próprios pecados, antes de ter sido perdoado.

O fariseu não tinha nenhum vislumbre, mínimo que fosse, de tal relacionamento de amor. Ele nem mesmo teve a gentileza de provi­denciar a lavagem dos pés de seus convidados, como era de costume.

E você? Quem você seria nessa história: a mulher ou o fariseu? Você ama ou não ama o Senhor Jesus?
(Extraído).

domingo, 29 de agosto de 2010

Através de portas fechadas

"Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco (João 20:19)."

Vamos imaginar por um momento os sentimentos dos discípulos durante a tarde da ressurreição, antes da aparição do Senhor Jesus. Sabiam que o Senhor estava morto. Tinham medo dos judeus, por isso se reuniram em segredo e fecharam a porta cuidadosamente. Apesar dessa porta fechada o Senhor veio e se colocou entre eles. Suas primeiras palavras foram: “Paz seja convosco”.

Alguns de nós mantemos “portas fechadas” ao longo da vida. Isso pode significar um rancor, ofensa, profunda ferida que conservamos há muitos anos, uma recordação da infância dolorosa e inesquecível, ira contra Deus por causa de algum trauma e tantas outras coisas.

Essas portas fechadas nos trancam em nosso pequeno mundo de medo. Elas nos impedem de progredir e conhecer a verdadeira felicidade. Mas as portas trancadas não detiveram o Senhor naquela noite e nem hoje também. Ele quer penetrar em seu coração e lhe ajudar a superar os obstáculos que paralisam sua vida espiritual. Abra seu coração para Ele, confesse suas faltas e o Senhor trará perdão, cura emocional e felicidade. Então você experimentará o maravilhoso significado das palavras do Senhor Jesus: “Paz seja convosco”.

(Extraído).

sábado, 28 de agosto de 2010

Há sempre um preço a ser pago

"O publicano… batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa (Lucas 18:13-14)."

Certo empresário escreveu: “Existe uma lei no mundo que quase não é considerada: para tudo o que ganhamos por meio da industrializa­ção, alguma coisa é perdida do outro lado. De qualquer maneira, há um preço que temos de pagar por tudo na vida. Uma pessoa paga por seu sucesso com úlceras no estômago, outra paga com a perda da moralidade, outra ainda paga com a destruição do amor e da confiança dos filhos.

“No meu caso, o preço do meu sucesso foi traiçoeiro e perigoso, pois não o percebi até o momento em que tive de acertar as contas: perdi todo o contato com Deus! De fato, sempre tive o sentimento de que Deus estava satisfeito comigo: não roubava nem adulterava, devotava meu tempo à minha esposa, era bom para com meus vizinhos, fazia vários donativos para instituições de caridade, etc. Porém, de algum modo, sentia lá no fundo do meu ser que já não poderia continuar a viver assim. Minha vida de autodeterminação e justiça própria era a pior forma de indiferença para com Deus. E mesmo quando isso se tornou claro pra mim, eu decidi solucionar o problema.”

Então esse empresário descreveu como tentou resolver a questão. Ele reuniu vários materiais que falavam sobre Deus, leu livros sobre teologia e filosofia da religião. Nada disso o ajudou. À medida que o tempo passava, ele ficava cada vez mais confuso, até que, por meio da Bíblia, se deparou com a solução: Jesus Cristo queria se tornar seu Redentor. Aquele homem percebeu que o que Deus desejava de fato não eram suas boas obras, mas, sim, a conversão dele – é preciso fé e confiança na graça e nas promessas divinas. Foi então que as coisas mudaram para o empresário.
(Extraído).

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Bendita presunção!

"Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos (1 João 3:2)."

Quando se perguntou a uma jovem se ela era salva, sua resposta foi: “Eu odeio as pessoas que estão absolutamente seguras sobre as coisas que se relacionam a Deus!” Ela não é a única: muitos pensam ser presunção declarar que alguém pode ter a certeza da salvação já neste mundo.

Um argumento que usam é: se alguém puder saber com certeza que irá para o céu, não é necessário continuar a viver pia e justamente no temor do Senhor, uma vez que nada pode mudar o destino. A maioria considera isso como uma desculpa para fazer o mal.

Embora não digam de modo expresso, tais pessoas admitem que existe uma inclinação para a impiedade em todos os indivíduos e que ninguém jamais irá atingir o padrão divino. E é esse exatamente o motivo pelo qual o perdão incondicional é a única coisa que pode nos ajudar. Se houvesse qualquer condição para sermos perdoados, nunca o obteríamos.

Mas quando nos voltamos para Deus, Ele nos dá a vida eterna por meio do novo nascimento, e isso faz toda a diferença!

O apóstolo João escreveu com plena confiança: “Amados, agora somos filhos de Deus”. E ele incluiu todos os crentes verdadeiros entre seus leitores. Ao levarmos a sério a Palavra de Deus, nos aproximarmos dEle com sinceridade e ao crermos no Senhor Jesus Cristo, seremos capazes de declarar: “Mas sabemos…”. Esse conhecimento será a nossa fonte para uma vida de alegria no serviço de nosso Senhor Jesus.
(Extraído).

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Confiança em Deus

"Confiou no Senhor, que o livre; livre-o, pois nele tem prazer (Salmo 22:8)."

Que veneno existe nessa zombaria – e ela penetra direto no coração por conter uma meia-verdade! Durante Sua vida, o Senhor Jesus confiou completamente em Deus, e na cruz Sua confiança continuou perfeita. Os patriarcas de Israel também confiaram em Deus e experimentaram Seu livramento!

Mas como foi diferente com o próprio Senhor! “Mas eu sou verme, e não homem, opróbrio dos homens e desprezado do povo” (v. 6). Ele clamou a Deus, cheio de confiança. Nem mesmo os patriarcas fizeram isso, e mesmo assim receberam livramento. Mas o Senhor Jesus não recebeu qualquer resposta enquanto sofria a ira de Deus contra o pecado durante as três horas de trevas.
Ali na cruz, o desprezo do sumo sacerdote, dos líderes religiosos e escribas foi dirigido a Ele com ironia. “Confiou no Senhor, que o livre; livre-o, pois nele tem prazer.”

Isso enfraqueceu Sua fé? Absolutamente não! Ele expressou Seus sentimentos, mas em nenhum momento acusou Deus de tratá-Lo injustamente. O Senhor Jesus continuou clamando e o escárnio de Seus inimigos foi como uma resposta, lembrando que foi Deus que O sustentou desde antes do início de Sua caminhada terrena. “Sobre ti fui lançado desde a madre; tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe” (v. 10).

Na hora de Sua mais profunda necessidade, Ele estava só. Não recebeu nenhuma palavra de conforto ou ajuda, nem mesmo da parte de Deus. Essa foi Sua porção como nosso Substituto. Ele foi pendurado ali por você e por mim. Éramos nós que deveríamos sofrer tudo isso!
(Extraído).

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O último ato infame

"Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água (João 19:34)."

Após quebrarem as pernas dos ladrões crucificados ao lado de Jesus, um dos soldados Lhe furou o lado. Esse foi o último ato infame permitido à humanidade fazer com o corpo santo que Deus havia preparado para o Senhor Jesus. João viu isso com os próprios olhos. “E aquele que o viu testificou, e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que é verdade o que diz, para que também vós o creiais” (v. 35). Ele relatou esse fato porque isso afetou o seu coração e o de Maria. O que será que as pessoas que observaram o terrível espetáculo da crucifica­ção devem ter sentido ao ver o corpo do Senhor tão desfigurado?

Deus, contudo, respondeu com água e sangue. Isso testifica sua assombrosa graça. No Evangelho de João, as palavras do centurião romano foram omitidas: aqui temos o próprio testemunho de Deus acerca da morte de Seu amado Filho e do poder da obra que Ele realizou.

Os soldados expressaram a profunda hostilidade do homem para com Deus, mas o sangue e a água falam sobre o preço de redenção e a Palavra de Deus necessária para a purificação do pecador. Ambos são um poderoso testemunho de que o pecador somente pode receber vida pela morte de Cristo.

Em sua primeira epístola, João escreve: “E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num” (5:8). Junto com o Espírito Santo, o sangue e a água testificam o amor de Deus e da obra de expiação de Cristo. “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1 João 1:7).

(Extraído).